UMA LÁGRIMA NO OCEANO

HIistórioscópio (PORTUGAL)

Num futuro distópico em que as reservas de água esgotam, ma menina e o seu avô fazem os possíveis para sobreviverem como nómadas recoletores. Escondidos nas entranhas deste mundo árido e seco, vivem também os guardiões das àguas à espera da extinção dos homens para restabelecer o equilíbrio do planeta. Uma história que nos fará refletir sobre a importância dos pequenos gestos, para conservar os grandes estragos da ganância humana.

Com pouca palavra, o espetáculo é conduzido pela banda sonora, interpretada ao vivo, com inspiração nos 24 prelúdios para piano do compositor francês Claude Debussy.

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TEATRO D. ROBERTO 

Rui Sousa, Nuno Pinto e João Costa (PORTUGAL)

Marionetas Tradicionais Portuguesas, comummente conhecida de norte a sul do país por: “Robertos”, “Zé Broas” ou “Robertos de Caixa Murrada”, este género de teatro de marionetas constitui uma relíquia na cultura popular Portuguesa e em particular no Teatro de Marionetas/Fantoches em Portugal. A aguardar o reconhecimento de Património Imaterial Português, esta tradição através do apoio do Museu da Marioneta de Lisboa marca presença na 2a edição do festival com a apresentação de 3 bonecreiros diferentes.

VARIAÇÕES COM MARIONETAS DE FIOS

MARIONETAS DA FEIRA (IPORTUGAL)

Várias marionetas de fios desfilam e exibem as suas habilidades. Umas com  as suas habilidades musicais, outras dançantes e outras demonstram os seus dotes circenses. Todas elas apresentam um truque, uma fantasia ou uma surpresa, levando o público até um mundo mágico e encantado!

As apresentações com marionetas de fios ou robertos de cordel, como o povo lhe chamava, era uma constante na feira popular e em muitas paragens e romarias pelo país. Até aos anos 80 do século XX desapareceram por completo. Em 2000, Rui Sousa decidiu aprender essa arte, fundando mais tarde em 2004 as Marionetas da Feira, dando uma nova vida a essa tradição.”

O CAÇADOR

MÃOZORRA (PORTUGAL)

Rute sente-se muito triste e procura um namorado com quem casar!
Roberto de pronto se oferece como noivo, mas terá de satisfazer Rute com
um belo jantar. A ida à caça é a solução que Roberto encontra para conquistar Rute. Porém um outro caçador, um coelho ladrão e astuto irão tornar a tarefa difícil e repleta de peripécias. Para além disso surge o Mago a reclamar pelo seu coelho mágico.

Irá conseguir Roberto casar com Rute?

RETRETE CABARET

EL RETRETE DE DORIAN GREY (GALIZA)

Este espetáculo nunca dorme: entra um número, sai outro, e a cenografia varia em cada apresentação. Dança, música e objetos num formato dinâmico, apresentados em novas experiências em números clássicos. Dez anos de experimentação concentrados em 50 minutos sem palavras.

CIRCO POEIRA

Circo Poeira (BRASIL)

Circo Poeira é um espetáculo que mescla linguagem de Circo, Teatro e Boneco. Ele conta de maneira poética e divertida a história do circo através das recordações de um “Velho Mestre”. Esse personagem que é o narrador da história relembra o auge do seu Circo e dessa forma surgem do fundo de sua memória os números que compõem o espetáculo. O público se deleita com a leveza dos Elefantes e a destreza de seus acrobatas. Diverte-se com o chinês equilibrista de pratos. Encanta-se com a bela bailarina. Ri com as maluquices do Malabarista e as peripécias do Capoeirista pirofagista. E presta ainda uma homenagem ao “respeitável público”. Pois o que seria o circo sem o público?

EPHÉMEROS

Teatro em Caixa (PORTUGAL)

Dois indivíduos estranhos vagueiam pelo mundo carregando um velho piano. Carregam-no pois só ele os pode distrair do constante aborrecimento, da incessante espera de coisa nenhuma. Para estes seres semifantasmagóricos, a vida seria bem mais confortável se durasse um só dia. Servindo-se do seu piano e humor negro, decidem expor as inúmeras vantagens de uma vida curta, dando um tratamento inusitado à história da condição humana.

O AVARENTO

Tábola Rassa (FRANÇA)

As mudanças climáticas estão a transformar o planeta Terra num deserto, onde o mais rico será o que detém a maior quantidade de água. O que aconteceria se o avarento apresentado no espectáculo desse um salto ao futuro e monopolizasse a água em vez de dinheiro? Depois de ver este espectáculo vai lavar as mãos com outros olhos…